Já doou sangue?

Eu doei sangue recentemente e, apesar de a experiência ter sido um pouco traumática, quero doar de novo, muitas vezes. O processo de doação foi fácil e simples. Não senti dor, foi tudo muito rápido e me fez um bem danado, pelo ato em si. O difícil foi o pós-doação. Minha pressão caiu bastante, passei muito mal, tive que ser socorrida por taxistas de um ponto de táxi próximo ao hospital e depois pelos bombeiros. Fiquei em observação no hospital e quase não consigo voltar dirigindo. Mas no fim deu tudo certo e consegui ir pra casa tranquila.

Entretanto, valeu muito a pena. Saí do Banco de Sangue com a sensação de dever cumprido. É claro que tudo que eu passei me fez pensar em algumas coisas para a próxima vez que eu for doar: comer um doce ou algo leve antes, esperar mais do que os 10 minutos necessários e ir acompanhada. E esta é a minha #dica para vocês.

Doar sangue é um ato de caridade, solidariedade e amor ao próximo – atitudes que andam em falta ultimamente. Mas acredito que se cada um fizer um pouquinho o mundo vai ficar cada vez melhor.

Fica aqui, então, o meu apelo para quem nunca doou sangue: destine algumas horas do seu dia para isto. E, para quem já doou, mas anda meio sumido, que tal recomeçar agora?

No site da Fundação Pró-Sangue você vai encontrar uma série de informações sobre a doação. Compartilho, no entanto, uma das mais importantes delas:

A ciência avançou muito e fez várias descobertas. Mas ainda não foi encontrado um substituto para o sangue humano. Por isso, sempre que precisa de uma transfusão de sangue, a pessoa só pode contar com a solidariedade de outras pessoas. Doar sangue é simples, rápido e seguro. Mas, para quem o recebe, esse gesto não é nada simples: vale a vida. Seja doador voluntário. Faz bem também para você. Porque a satisfação de salvar vidas é a maior recompensa.

Porque, quem doa sangue, doa vida.

No site da Fundação, tem uma lista dos postos de coleta, e o Hospital Israelita Albert Einstein, onde doei, tem um Banco de Sangue que funciona até aos domingos.  Foi de lá que surgiu um dos principais motivadores para minha doação, que compartilho com você:


Espero que este vídeo te inspire também!

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As voltas que o mundo dá…

Quando terminei a faculdade de Jornalismo, em 1999, tinha duas certezas: não queria trabalhar com Política ou Economia, mas, sim, com Esporte ou Cultura. Nenhum dos meus desejos foi atendido. Meu primeiro emprego como jornalista “de fato” foi com política, numa agência onde fiquei durante quase 10 anos. Saí de lá para trabalhar com nada menos do que Economia. Pois é… a vida nos prepara cada uma, né?!

Eu, no fim da década de 90, cursando jornalismo e cheia de sonhos...

Posso dizer, entretanto, que a jornada de quase 12 anos de profissão tem sido de muitos desafios e aprendizado, justamente com o que eu não pretendia trabalhar, mas que passei a gostar. Apesar disso, acho que o desafio maior foi escolher um curso de pós-graduação – o que só consegui este ano.

Foi a familiaridade com o universo digital que me levou, enfim, a optar por uma pós-graduação em Mídias Digitais. E com ela veio, finalmente, a concretização de um dos meus desejos: trabalhar com mídias online, principalmente as sociais, como Facebook, Twitter, YouTube, Orkut etc.

E mais de 10 anos depois: alegre com a escolha profissional!

Hoje, posso dizer que, depois de muitas dúvidas e, principalmente, questionamentos, encontrei o caminho. Não é fácil passar dos 30 anos e ainda não ter certeza do que se quer para a vida profissional. Mas, mais do que saber o que se quer, é importante optar por aquilo que a gente realmente gosta. Por isso, sei que fiz a escolha certa, o que me deixa muito feliz e me impulsiona a buscar sempre fazer o melhor e a me especializar cada vez mais.

Aqui estou eu, encarando mais um desafio e muito animada, é claro. E em pensar que eu queria fazer história nos campos de futebol ou espalhando por aí minhas impressões sobre artes e cultura, enquanto meus amigos diziam que eu tinha o perfil perfeito para trabalhar em uma publicação de fofocas. Mas acabei passando pela política, pela economia e vim, enfim, parar no mundo digital. Posso dizer que, depois de tantas voltas, achei meu lugar e estou descobrindo a cada dia uma novidade nesse universo completamente novo, mas muito instigante para mim.

Já os sonhos da juventude… ah, estes ficaram para o blog, o espaço que encontrei para falar sobre tudo aquilo que eu queria quando saí da universidade.

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Os dois lados de Buenos Aires

Nos últimos tempos o principal roteiro de férias dos brasileiros tem sido, sem dúvida, Buenos Aires. Com o Real bastante valorizado em relação ao Peso, os brasileiros literalmente invadiram a capital argentina para aproveitar os prazeres que ela oferece: bons vinhos, carne deliciosa, passeios agradáveis e um pouquinho do charme tipicamente europeu. E foi esse o destino escolhido por mim para passar as minhas recentes, e já saudosas, férias.

Foram seis dias em Buenos Aires, ao lado de ótimas companhias. Período em que pude estar em contato com o que cidade oferece de bom, e também de ruim.

Com arquitetura belíssima, BsAs impressiona quando se caminha a pé, de táxi ou de ônibus turístico. Angariamos boas dicas e recomendações de passeios de amigos, entre elas o Filo, um pizza bar com ambiente bastante descontraído, e o Gran Bar Danzon, um restaurante, bar e lounge bem aconchegante.
Mas sempre vale a pena fazer os tradicionais: Casa Rosada, Praça de Maio, Puerto Madero, Recoleta (onde está o túmulo de Evita Perón), os três bairros de Palermo, Caminito, Feirinha de San Telmo (acontece todos os domingos), Calle Florida, Avenida Santa Fé e por aí vai…
Trouxe da cidade boas recordações. Mas não posso deixar de dizer que notei um quê de decadência na cidade. Como toda cidade grande, Buenos Aires sofre com a degradação. Difícil não se entristecer ao ver monumentos históricos depredados pela população (pintados, pichados ou com adesivos colados), a sujeira e o mau cheiro no metrô e nas ruas também incomodam. Se, por um lado, a cidade proporciona inesquecíveis paisagens, por outro, choca em alguns momentos.
Já no meu primeiro dia em Buenos Aires, um descuido e, pronto, fiquei sem celular – furtado dentro do metrô. Foram pelo menos quatro as vezes em que algum hermano pediu que tomássemos cuidado com a bolsa, a carteira ou a câmera. Claro que em São Paulo não seria diferente, mas confesso que fiquei assustada.
Passado o susto, consegui aproveitar intensamente a viagem que, das andanças pela cidade às comidas saborosas e aos divinos e baratos vinhos, foi deliciosa. E não posso deixar de compartilhar talvez a melhor dica para se fazer o que cidade oferece de melhor: comer bem. O restaurante Las Cholas, no bairro de Las Cañitas, reserva a mais saborosa e macia carne que comi em BsAs, sem contar o bom preço e a generosa porção. Se for a Buenos Aires, não deixe de passar por lá. Esta foi a melhor sugestão, ever, dada pela queridíssima Rubia, uma ex-lvbana que se mudou de mala e cuia para terras portenhas.
E se, assim como eu, você adora vinhos, aproveite para degustá-los durante sua estada pela cidade. Os preços são ótimos, assim como a qualidade. A minha sugestão é o Saint Felicien, Cabernet Sauvignon, Reserva. De todos o que tomei, considero este o mais gostoso.
Para finalizar, se tiver um tempo livre dê um pulinho na cidade de Colonia Del Sacramento, no Uruguai. A viagem de barco dura apenas uma hora e você vai encontrar um lugar incrível, repleto de ruínas e reconhecido como patrimônio histórico pela Unesco. Mas, #ficadica, pegue o primeiro barco e volte depois do almoço, pois a cidade oferece pouquíssimas coisas para fazer. Eu e meu companheiro de viagem, Paco, ficamos entediados e frustrados por termos passado um dia inteiro de ociosidade por lá.
Ressalvas feitas, dicas dadas e histórias contadas, não deixe de aproveitar a época das “vacas gordas” para nós, brasileiros, e arriscar um belo passeio por Buenos Aires.
*Texto publicado originalmente no 806, o blog da LVBA.

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Para se acabar de dançar


Os ingredientes são simples: muito talco na pista para deslizar no salão, centenas de pessoas animadas e uma overdose de música boa e dançante. O resultado é uma delícia: uma noite inesquecível e para se acabar de dançar. Assim é a Talco Bells, merecidamente escolhida como a melhor festa de São Paulo pelo Guia da Folha.

Uma noite na festa é como fazer uma volta no tempo. Nas pick-ups, o melhor da soul music, apenas o mais poderoso som negro dos anos 60 e 70. Impossível ficar parado. O segredo é fechar os olhos e se jogar.

E é assim do começo ao fim da festa, que reúne gente dos mais variados estilos, dos baixinhos aos grandões, dos mais jovens aos mais velhos, dos alternativos aos mauricinhos e patricinhas. Gente para todos os gostos e, principalmente, muitos gatinhos para a mulherada solteira, como eu… rs Todo mundo dança e se esbalda na Talco Bells.

A festa, que acontece quinzenalmente, promete, e garante, um encontro com a glória em uma farra memorável, com a discotecagem de Filipe Luna e Guilherme Luna, Bruno Torturra e Elohim Barros. Quem ainda não foi, não sabe o que está perdendo. Em apenas uma noite na Talco Bells, saí de lá já pensando em retornar.

O que está esperando? Programe-se para a próxima, que acontece no dia 1º de julho, no Estúdio Emme, em Pinheiros, e tenha, com certeza, uma noite inesquecível, de muita elegância, animação e alegria: http://talcobells.blogspot.com

Para se preparar, uma pequena demonstração do que a festa reserva:

 

 

 

 

 

 

 

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A belíssima voz do momento…

O post de hoje é rápido, porque melhor do que falar sobre ela é ouvir sua indescritível voz. Estou falando de Adele.

Suas envolventes músicas tomaram conta dos meus pensamentos e não saem de dentro de mim, nem do som do carro ou do note.

Já havia ouvido sua música alguma vez no rádio, mas somente no último mês pude experimentar mais intensamente o incrível som feito por ela. E, que músicas, que voz! Só posso dizer mil vezes que é bom demais!

Coisas maravilhosas merecem ser compartilhadas. Por isso, aqui vai um pouquinho de Adele para vocês. Em uma música mais do que linda e num vídeo muito bem feito. Enjoy it, a lot!

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O passado é uma roupa que não nos serve mais?

Na década de 70, Elis Regina cantava com sua voz exuberante os versos de Velha Roupa Colorida, de Belchior, e com certeza já inspirava muita gente. Passados mais de 30 anos, a música ainda desperta sentimentos, pelo menos em mim. Quando a ouço, algo se acende dentro de mim.

É como uma luzinha que fica piscando a todo momento, sinalizando que é preciso mudar, se transformar. Busco incessantemente esta tão necessária mudança. Mas, sem ela, acabo mesmo retornando à “velha roupa colorida”, que um dia me coube muito bem, mas que hoje não sei mais se é tão adequada.

O que fazer com as lembranças do passado? Por mais difícil que seja o melhor é guardar num cantinho especial do coração e deixar ali, apenas como lembrança… Porque como bem diz a música: “é preciso rejuvenescer”. Vontade para isso realmente não me falta, só não estou conseguindo encontrar o caminho certo. Parece que fico rodando em círculos. E, por mais que eu tente, acabo indo sempre na mesma direção. Até quando? Essa é a pergunta que não sai da minha cabeça, que me persegue e que, por isso mesmo, não me deixa desistir.

Sei que a paciência e o tempo são os melhores remédios para curar qualquer dor e é a eles que me apego para seguir em frente. E me apego também nos versos de Belchior para acreditar que “uma nova mudança em breve vai acontecer…”

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Orgulho de ser diferente

Lido com a diferença desde que me conheço por gente. Nasci em uma família negra, de classe média, estudei em escola pública e na minha adolescência me deparei com uma grande revelação: meu melhor amigo resolvera assumir sua homossexualidade.

Foi nesse ambiente de diferenças, mas também de muito orgulho, que tracei meu caminho até aqui. Aprendi a respeitar e a valorizar as pessoas pelo que elas são, independentemente da cor da pele, raça, credo, nacionalidade, condição financeira ou opção sexual.

Nunca sofri discriminação por ser negra, mas o fato de passar a conviver mais de perto com homossexuais fez com que eu me tornasse uma espécie de “defensora” da causa. Por isso, sofro quando algum de meus amigos gays é vítima de discriminação, principalmente por respeitá-los e ter por eles um enorme carinho. São pessoas sem as quais eu não saberia viver: seres humanos incríveis, ótimas companhias, excelentes profissionais e pessoas de uma inteligência inenarrável.

Não é de se estranhar, portanto, que acompanhar a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) tenha sido para mim como assistir a uma final de Copa do Mundo. Abracei a causa com orgulho, torci e vibrei a cada voto favorável ao reconhecimento da união homoafetiva no Brasil.

Mas que fique claro que não é só a possibilidade de “casar” que a medida traz. Ela significa muito mais do que isso, pois garante aos casais homossexuais direitos fundamentais, que até então lhes eram negados. No entanto, apesar da recente conquista, ainda há um longo caminho a percorrer, pois, infelizmente, temos milhares de “Bolsonaros” espalhados por aí. Basta ver quantidade de homossexuais que são agredidos no Brasil – uma realidade triste e absurda, que precisa ser mudada.

Para punir quem faz esse tipo de barbárie, é imprescindível que o PLC 122, que criminaliza a homofobia em território nacional, seja aprovado. Não que a lei vá impedir que haja homofóbicos, mas vai pelo menos fazê-los pensar melhor antes de disparar suas ofensas por aí.

Como negra, sei da importância de ter uma lei que nos resguarda e pune quem destila indiscriminadamente o seu preconceito. O mais difícil, no entanto, é acabar com a intolerância e com o pensamento retrógrado de uma boa parte da sociedade. Infelizmente, nem todos conseguem enxergar que somos todos iguais, e que o maior valor de um ser humano é saber amar, respeitar o próximo e aceitar as diferenças – algo mais do que presente em nosso País.

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Viva a nostalgia

Parabéns ao Canal Viva, pela comemoração de um ano de existência e por me permitir reviver tantas histórias bacanas. Por conta disso, tem merecido alguns posts aqui no blog. Sempre gostei de novela, minisséries, programas de humor, mas confesso que andei meio distante nos últimos tempos por não ter sido atraída pela programação.

Mas o Viva trouxe de volta o prazer que eu tinha em assistir TV. Pode até ser tudo culpa da tal nostalgia que tem rondado a minha vida, mas o fato é que tem sido bom demais rever programas como Vale Tudo, Anos Dourados,Vamp, TV Pirata, Armação Ilimitada, Comédia da Vida Privada, Viva o Gordo, Chico Total etc. Um verdadeiro presente para quem gosta de rever bons programas. E também uma demonstração de que, salvo algumas exceções, não temos  tido muita coisa boa para ver na TV ultimamente.

Tanta lembrança ajuda a matar um pouquinho a saudade e a recordar coisas boas, como as brincadeiras de infância, os meus amigos daquela época, os brinquedos, os desenhos que passavam na TV e os programas que marcaram a minha vida e a de muitas pessoas. Obrigada, Viva! Que seja realmente o começo de uma longa história, para a minha alegria e a de muita gente!

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Romance no ar

Estou com uma intrigante tendência a gostar de coisas antigas. E isso ficou mais forte recentemente com a reprise de Anos Dourados, no canal Viva. Mas minha nostalgia não para por aí. Nem bem a memorável minissérie começou, já estou pensando em um remember de Anos Rebeldes. Só quem assistiu às duas minisséries sabe do que estou falando e vai entender porque quero tanto as reprises.

Não vivi nos anos em que se passa Anos Dourados, mas, ah, como eu queria… As roupas, o glamour, o estilo charmoso, o romantismo, as músicas, os filmes, os bailinhos, dançar de rosto colado… Tudo me agrada e é uma pena que muitas dessas coisas nem sejam mais tão comuns hoje. Que bonita deve ter sido a história de quem viveu nos anos 50 e 60. Sempre gostei de muitas coisas que remetam a essas épocas. Sinto uma saudade estranha, forte… Tão latente que tudo me salta à memória como um delicioso déjá vu.

Por todo isso, tem sido bom demais acompanhar os capítulos de Anos Dourados, recordar e se emocionar novamente com a linda história retratada na minissérie. Principalmente o romance de Marcos e Lurdinha – daqueles que deixam a gente com uma vontade boa de se apaixonar novamente. Mas isso já é assunto para um novo post…

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7 revelações a meu respeito? Não vai ser fácil…

Recebi o desafio do querido Charlie, do meu amigo Charlie Brown (rs): revelar 7 coisas sobre mim e indicar 15 blogs para também ganharem esse lindo selinho aí de cima. Que honra, não! Uma tarefa difícil, mas que me deixou muito feliz pela indicação

Não vai ser fácil, mas vamos lá: 1) Sou alucinada por praia; 2) Só tive dois namorados na minha vida toda; 3) Viajei até a Alemanha para estar com um deles; 4) Tenho dois grandes amigos, que são mais irmãos do que amigos; 5) Como resultado de uma infância agitada, leia-se criança arteira, ganhei algumas cicatrizes e algumas delas são resultados de uma queimadura que sofri, novamente leia-se causei (rs); 6) Sonho em morar fora do País um dia; 7) Não levo muito jeito com as crianças.

Agora vamos aos nove felizardos que vão receber o bonito e merecido selinho. Ficou difícil conseguir 15 bons blogs, sendo que alguns deles já foram premiados. Mas aproveitem para conhecer as indicações e enjoy it!

Tino Musical

3xtrinta

Sete Doses

Perambulando

Já reparou

Eu dou para idiotas

Básico e Necessário

D|Delivery

Por uma vida mais ordinária

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