Viva a nostalgia

Parabéns ao Canal Viva, pela comemoração de um ano de existência e por me permitir reviver tantas histórias bacanas. Por conta disso, tem merecido alguns posts aqui no blog. Sempre gostei de novela, minisséries, programas de humor, mas confesso que andei meio distante nos últimos tempos por não ter sido atraída pela programação.

Mas o Viva trouxe de volta o prazer que eu tinha em assistir TV. Pode até ser tudo culpa da tal nostalgia que tem rondado a minha vida, mas o fato é que tem sido bom demais rever programas como Vale Tudo, Anos Dourados,Vamp, TV Pirata, Armação Ilimitada, Comédia da Vida Privada, Viva o Gordo, Chico Total etc. Um verdadeiro presente para quem gosta de rever bons programas. E também uma demonstração de que, salvo algumas exceções, não temos  tido muita coisa boa para ver na TV ultimamente.

Tanta lembrança ajuda a matar um pouquinho a saudade e a recordar coisas boas, como as brincadeiras de infância, os meus amigos daquela época, os brinquedos, os desenhos que passavam na TV e os programas que marcaram a minha vida e a de muitas pessoas. Obrigada, Viva! Que seja realmente o começo de uma longa história, para a minha alegria e a de muita gente!

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Romance no ar

Estou com uma intrigante tendência a gostar de coisas antigas. E isso ficou mais forte recentemente com a reprise de Anos Dourados, no canal Viva. Mas minha nostalgia não para por aí. Nem bem a memorável minissérie começou, já estou pensando em um remember de Anos Rebeldes. Só quem assistiu às duas minisséries sabe do que estou falando e vai entender porque quero tanto as reprises.

Não vivi nos anos em que se passa Anos Dourados, mas, ah, como eu queria… As roupas, o glamour, o estilo charmoso, o romantismo, as músicas, os filmes, os bailinhos, dançar de rosto colado… Tudo me agrada e é uma pena que muitas dessas coisas nem sejam mais tão comuns hoje. Que bonita deve ter sido a história de quem viveu nos anos 50 e 60. Sempre gostei de muitas coisas que remetam a essas épocas. Sinto uma saudade estranha, forte… Tão latente que tudo me salta à memória como um delicioso déjá vu.

Por todo isso, tem sido bom demais acompanhar os capítulos de Anos Dourados, recordar e se emocionar novamente com a linda história retratada na minissérie. Principalmente o romance de Marcos e Lurdinha – daqueles que deixam a gente com uma vontade boa de se apaixonar novamente. Mas isso já é assunto para um novo post…

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7 revelações a meu respeito? Não vai ser fácil…

Recebi o desafio do querido Charlie, do meu amigo Charlie Brown (rs): revelar 7 coisas sobre mim e indicar 15 blogs para também ganharem esse lindo selinho aí de cima. Que honra, não! Uma tarefa difícil, mas que me deixou muito feliz pela indicação

Não vai ser fácil, mas vamos lá: 1) Sou alucinada por praia; 2) Só tive dois namorados na minha vida toda; 3) Viajei até a Alemanha para estar com um deles; 4) Tenho dois grandes amigos, que são mais irmãos do que amigos; 5) Como resultado de uma infância agitada, leia-se criança arteira, ganhei algumas cicatrizes e algumas delas são resultados de uma queimadura que sofri, novamente leia-se causei (rs); 6) Sonho em morar fora do País um dia; 7) Não levo muito jeito com as crianças.

Agora vamos aos nove felizardos que vão receber o bonito e merecido selinho. Ficou difícil conseguir 15 bons blogs, sendo que alguns deles já foram premiados. Mas aproveitem para conhecer as indicações e enjoy it!

Tino Musical

3xtrinta

Sete Doses

Perambulando

Já reparou

Eu dou para idiotas

Básico e Necessário

D|Delivery

Por uma vida mais ordinária

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Obrigada, thank you, gracias, dunk, grazie…

Há pouco mais de seis meses tem chovido pensamentos de todos os tipos neste espaço. São minhas impressões sobre o mundo das artes, da cultura, da política e do universo espiritualista, entre muitos outros assuntos. Um projeto que nasceu despretensioso, mas que ganhou uma proporção enorme na minha vida.

Procuro compartilhar mais o que me agrada, mas também faço um desabafo quando algo me irrita. Parte dos meus sentimentos está aqui o tempo todo, a cada palavra, a cada ideia, a cada foto ou vídeo publicado…

Não sei bem ao certo quem tem acompanhado as palavras que insistem em extrapolar os limites da minha mente para se perder na imensidão desse mundo virtual. Mas gostaria muito de saber quem lê meus desabafos, gosta das sugestões ou simplesmente passa por aqui para dar uma olhada. É importante conhecer a pessoa que está aí, do outro lado, dedicando alguns minutos do seu dia para me escutar.

E é esse o grande motivo deste post. Mais do que comemorar (afinal são mais de 1.500 felizes views nos últimos seis meses), quero saber o que você pensa do blog, do que escrevo, o que mais te agrada nele, o que não gosta e o que gostaria de ver aqui. Gostou da ideia? Então compartilhe suas impressões comigo.

Quero ver uma chuva de pensamentos daqueles que se encontram neste espaço ou veem nele um cantinho para um respiro ou uma pequena pausa na correria do dia a dia. Este é o meu agradecimento àqueles que são a verdadeira razão deste blog existir. Obrigada, thank you, gracias, dunk, grazie…

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Nada se constrói em cima de mentiras

Esta frase é perfeita para qualquer momento da vida. Não há dúvida de que relacionamento algum se constrói com mentiras. Se falta sinceridade, falta o essencial.  E pode ter certeza de que, cedo ou tarde, a vida vai cobrar isso da gente. Daí, para tudo começar a desmoronar é questão de tempo. E, então, tudo que poderia ser bacana e duradouro chega ao fim pelo simples fato de não ter sido dito o que precisava ser dito. De não ter aberto o jogo.

Ser verdadeiro e transparente são características admiráveis e que ajudam a esclarecer, reconstruir e dar continuidade a qualquer tipo de relação. Sem elas, o melhor é desistir…

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Falta a mim a arte, sobram excelentes artistas

Uma lista extensa de filmes com comentários excelentes para ver, e eu não consigo ir ao cinema assistir a unzinho sequer… E o teatro, hein? Este, então, está mais difícil ainda. Tão apaixonada pelas artes, mas tão distante delas. É assim que sinto. Se não fossem as ótimas músicas a me acompanharem, sinceramente não sei o que seria de mim.

A música que não para de tocar no notebook é de um artista mais do que recomendável: o sanfoneiro, pianista, cantor e dono de letras deslumbrantes, Marcelo Jeneci. Fresquinho, o seu primeiro CD Feito pra Acabar é daqueles que não dá vontade de desligar e que realmente deve acabar rapidinho. Pena que eu perdi a apresentação dele no CCBB-SP ao lado da dupla Letuce, com suas letras descontraídas e bem-humoradas.

Encantador, o artista merece todo o burburinho que tem sido feito a respeito do seu trabalho e comprova o quanto o cenário musical está recheado de bons artistas. Para quem ainda não ouviu , faço o convite a conhecê-lo e a viajar pelas lindas letras e magnífico som feitos por ele.

Assim como indico a apreciar a deliciosa e envolvente voz da cantora Tiê, que está de CD novo: A Coruja e o Coração. Vi um show dela no projeto Piano na Praça, retratado aqui neste blog, e gostei demais. Foi lá também que tive o prazer de conhecer Thiago Pethit e sua doce voz. Muito talentosos, todos esses artistas e dezenas de outros que têm conseguido roubar a cena, mostram que temos muita coisa boa para ouvir, conhecer, surpreender e experimentar. Basta querer!

Aqui vai também um pouco de Thiago e Tiê para vocês:

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Quero ser feliz assim. Pode ser?

Estou cansada das cobranças que a sociedade/família impõe. Por que não posso ser feliz assim, do jeito que sou? Sempre tem ter que alguém questionando tudo? Qual o problema em ainda ser solteira depois dos 30? Em ainda não ter um filho?

Embora estejamos no século XXI, com outros costumes e conceitos, para os meus pais é todo o problema do mundo. Acostumados aos ditames da sociedade, e às regras da época deles, não se conformam de eu estar bem assim, sozinha. Vivem me colocando contra a parede e fazendo várias perguntas. Por que todo mundo namora, menos você? Você não pensa em casar, em ter filhos, como todo mundo? Todo mundo, quem, cara pálida? Conheço centenas de pessoas na mesma faixa etária que a minha que estão felizes com suas vidas de solteiros.

Se eles me bombardeiam de questionamentos de um lado, do outro eu os encho de argumentos sólidos. De que adianta ter um relacionamento e estar infeliz? Por que devo me relacionar com alguém que não tem nada a ver comigo ou não vale a pena? Por que não posso desejar não casar ou não ter filhos? Pergunto a eles…

Regras criadas pela sociedade não cabem a todo mundo, até porque “todo mundo é muita gente”. Pessoas são diferentes e têm, portanto, interesses, desejos e objetivos diferentes. Estão sujeitas, inclusive, a mudar de ideia no meio caminho. Porque simplesmente estão em constante transformação. E se não fosse assim, a vida não teria a menor graça e nem sentido.

Enquanto me questionam, continuo seguindo o meu caminho e fazendo as coisas do que jeito que acredito serem corretas, sem medo de errar, mas apostando sempre no acerto. E daí se eu não agradar a “todo mundo”? E não quero mesmo agradar a todos. Quero apenas que me deixem ser uma balzaquiana feliz e o resto que se… seja feliz também!

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